

Obra: "Dramédia"
Técnica: óleo s/ tela. Tamanho: 120x100 cm. 2013.
Visão
Obras que procuram evocar uma suprarealidade; algo difícil de ver mas que esta lá. Um surrealismo urbano talvez, como medida do caos e da limitação humana frente à uma realidade criada pelo ser humano. Estamos à mercê em um rio, sendo levados à força, muitas vezes, e quase sempre precisando exercer uma força sobre humana para sair da correnteza.
Às vezes ver a realidade de relance vemos coisas, ideias, sonhos, consequência de nosso cansaço, talvez uma pequena falta de fé na humanidade, ou a compreensão de nossa insignificância frente ao mundo, à sociedade, etc. Somos criadores mas também criados.

Obras
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Técnica: óleo s/ tela. Tamanho: 120x100 cm. 2013.
"Dramédia"
O contexto geral da obra, revela uma enorme festa se realizando, que é o ´´Drink&Drama``.Esta festa, por ventura agitada com a placa semi-caída. No primeiro plano encontra-se a mocinha, ingenua, querendo cair na farra. Sem noção do que a espera. este primeiro plano corresponde ao 1° estágio da bebedeira, de ingenuidade e vontade.

Técnica: óleo s/ tela. Tamanho: 2 telas 70x 50 cm. 2018.
"Jardinagem"
"Jardinagem" é uma criação que parte da realidade para inventar uma realidade pessoal. Agrego elementos reais, mas sem muito critério, como quem brinca de construir uma composição — retirando e recolocando objetos, plantas e árvores que de fato existem.
O uso da cor dá novo valor a cada elemento, afastando-os da realidade factual, vista e sentida. Trabalho com cores saturadas e intensas em pontos específicos, criando uma paisagem que se aproxima do onírico.
Na minha pintura, a cor se sobrepõe à forma: é ela que conduz o olhar, que vibra, que se concentra em poucas partes da obra, ao mesmo tempo em que constrói e desconstrói a paisagem.

Técnica: mista (tinta à óleo e colagem) s/ tela. Tamanho: 60x50 cm. 2011.
"Utopia"
Texto escrito por Roberto Campaneruti Junior; "III Bienal da escola de Belas Artes":
"Dotado de um olhar preciso, o artista utiliza o universo ao seu redor para a criação de pinturas que dialogam com um certo realismo e exterioriza, de forma irônica, um mundo habitado por visões fantasiosa, mas que ao mesmo tempo, critica os modos de vias atuais, que priorizam o individualismo e o consumismo. Em suas telas também vemos um diálogo com o hiper realismo. Uma estética composta de colagens enriquece o cenário montado pelo artista. Seu trabalho é iniciado com fotografias geradas por celular e, ao transpô-las para a tela, elas revelam traços e matrizes de sua personalidade.
Não seríamos capazes de perceber as nuances de certos momentos, casi estivéssemos com o olhar ainda automatizado pela padronagem das formas e clichês. Porém, o artista é capaz de nos revelar elementos que nossa visão comum não aprenderia. Como sua irônica mochila, desfrutando de um momento fast-food, apresentada como parte dos indivíduos que integram a sociedade contemporânea. Ela está sentada em um gesto humanizado e escutando musicas em seu mp3, emanando escapismo e suposto distanciamento: a cena é quebrada com o rabo de um gato escondido atrás de um copo de 700 ml. Talvez até a própria mochila não tenha notado, afinal ela também é parte vital, como uma cidadã, de uma geração dotada de visões superficiais."

Técnica: óleo s/ tela. Tamanho: 50x40 cm. 2011.
"Molho"
Texto escrito por Roberto Campaneruti Junior; "III Bienal da escola de Belas Artes":
"Dotado de um olhar preciso, o artista utiliza o universo ao seu redor para a criação de pinturas que dialogam com um certo realismo e exterioriza, de forma irônica, um mundo habitado por visões fantasiosa, mas que ao mesmo tempo, critica os modos de vias atuais, que priorizam o individualismo e o consumismo. Em suas telas também vemos um diálogo com o hiper realismo. Uma estética composta de colagens enriquece o cenário montado pelo artista. Seu trabalho é iniciado com fotografias geradas por celular e, ao transpô-las para a tela, elas revelam traços e matrizes de sua personalidade.
Não seríamos capazes de perceber as nuances de certos momentos, casi estivéssemos com o olhar ainda automatizado pela padronagem das formas e clichês. Porém, o artista é capaz de nos revelar elementos que nossa visão comum não aprenderia. Como sua irônica mochila, desfrutando de um momento fast-food, apresentada como parte dos indivíduos que integram a sociedade contemporânea. Ela está sentada em um gesto humanizado e escutando musicas em seu mp3, emanando escapismo e suposto distanciamento: a cena é quebrada com o rabo de um gato escondido atrás de um copo de 700 ml. Talvez até a própria mochila não tenha notado, afinal ela também é parte vital, como uma cidadã, de uma geração dotada de visões superficiais."

Técnica: óleo s/ tela. Tamanho: 60x50 cm. 2011.
"Surpresa"

Técnica: óleo s/ tela. Tamanho: 40x40 cm. 2022.
"Jhonny"

Técnica: óleo s/ tela. Tamanho: 40x40 cm. 2022.
"Jhonny"




